Igreja

Rádio GOTHMLP

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Beatificação de Princesa Isabel tem pedido oficializado

O arcebispo da Arquidiocese de São
O Prof. Hermes Rodrigues Nery, acompanhado de seu filho, João Victor, 12 anos, entregou-lhe uma carta formalizando o pedido, e apresentou os argumentos e justificativas para a abertura do processo. No encontro, esteve presente o príncipe Dom Antonio João de Órleans e Bragança, da casa Imperial do Brasil.
Dom Orani explicou que como primeira providência deverá ir até a Arquidiocese de Paris, dado que a princesa Isabel faleceu na França, em 14 de novembro de 1921. Feito isso, será constituída uma Comissão para o início dos estudos e pesquisas, sob a supervisão do beneditino Dom Roberto Lopes.
A carta com o pedido foi assinada pelo prof. Hermes Rodrigues Nery, coordenador da Comissão Diocesana em Defesa da Vida e Movimento Legislação e Vida, da Diocese de Taubaté, e Mariângela Consoli de Oliveira, secretária-Executiva da Associação Nacional pró-Vida e Pró-Família, com sede em Brasília (DF).
Leia com exclusividade a carta entregue a Dom Orani, escrita ao som da “Alma Redemptoris Mater“, de Palestrina.
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São Bento do Sapucaí, 19 de outubro de 2011
À Vossa Excelência Reverendíssima
DOM ORANI JOÃO TEMPESTA
DD. Arcebispo da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro
 “Mas meu coração é o mesmo para amar minha pátria e todos aqueles que nos são tão dedicados”.
Princesa Isabel do Brasil, durante o exílio

Saiba o quanto é importante rezar pelos mortos

A SANTA MISSA E O PURGATÓRIO
 O maior dos sufrágios
Incontestavelmente, não há maior nem mais poderoso e eficaz sufrágio que possamos oferecer a Deus pelos defuntos que a Santa Missa. A Igreja não definiu muita coisa sobre o purgatório, mas o essencial das suas definições está nestes dois princípios, duas verdades de fé que somos obrigados a crer se quisermos pertencer ao grêmio da Igreja de Nosso Senhor, porque, do contrário, o anátema pesará sobre os descrentes:

Ainda dá tempo de inscrever na Missa o nome de seus entes queridos que já faleceram , ligue até as 22 horas.
O Concílio de Trento define a existência do purgatório, como já vimos, e uma segunda definição: Se alguém disser que o Santo Sacrifício da Missa não deve ser oferecido pelos vivos e os mortos, pelos pecados, penas e satisfações, seja anátema (Trident – Sess. VI – Can. 30). Eis aí o sufrágio por excelência, o verdadeiro sufrágio que podemos oferecer a Deus pelos nossos mortos, na certeza de que é sempre eficaz e poderoso. No Sacrifício do Altar se oferece a grande Vítima e o Sacrificador é o próprio Cristo Senhor Nosso. É o mesmo sacrifício do Calvário. Tem o mesmo mérito da Cruz. Donde se conclui que as almas do purgatório recebem da Santa Missa o mesmo tesouro do Sangue Preciosíssimo de Nosso Senhor derramado na cruz e pela nossa  salvação.Pode haver maior sufrágio que a Missa?
Distinguem-se quatro frutos principais do Santo Sacrifício: Um fruto geral, aplicados a todos os fiéis vivos e defuntos não separados da Comunhão da Igreja; um fruto especial, aplicado aos que assistem atualmente a Santa Missa, um fruto especialíssimo aos que mandam celebrar a Santa Missa, e um fruto ministerial, que pertence ao celebrante e é inalienável.
Ora, quem não pode aproveitar pois este grande tesouro da Igreja, oferecida cada manhã em nossos altares? Não há obra mais agradável a Deus nem mais meritória e própria para alimentar a verdadeira piedade, que a assistência à Santa Missa. “Não há maior socorro às almas do purgatório, disse, D. Gueranger, o ilustrado e piedoso beneditino do L’Anné Liturgique. Quando o padre celebra, diz a Imitação de Cristo, honra a Deus, alegra os Anjos, edifica a Igreja, ajuda os vivos, procura o descanço para os mortos e se torna participante de todo os bens “(Imitação – Liv. IV. Cap. V).
A Santa Missa é a riqueza do purgatório, a esperança das santas almas sofredoras. Não podemos oferecer nada melhor e nada mais eficaz para aliviá-las que o Santo Sacrifício. A Missa é o sol da Igreja, diz São Francisco de Sales. É o sol que dissipa as trevas do purgatório. Podemos talvez duvidar às vezes da eficácia do poder de nossas orações feitas com tantas distrações e em condições tão precárias; mas do poder e da eficácia do Santo Sacrifício, no qual se oferece Sangue de Jesus Cristo pelas almas que dúvida nos pode ficar do valor desta Obra?
Não podemos fazer nada maior nem melhor do que oferecer o Santo Sacrifício pelas almas.

Papa recebe credenciais de novo embaixador do Brasil junto a Sé

Cidade do Vaticano (Segunda-feira, 31-10-2011, Gaudium Press) O novo embaixador do Brasil junto a Santa Sé, Almir Franco de Sá Barbuda, apresentou na manhã de hoje, às 11h, suas credenciais ao Papa Bento XVI. A audiência com o pontífice durou vinte minutos, dos quais boa parte foi dedicada a uma conversa privada entre o diplomata e o Santo Padre.
Inicialmente, Bento XVI comentou a respeito da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que será realizada no Rio de Janeiro, em 2013. O Santo Padre manifestou seu "profundo reconhecimento pela disposição" pelo governo e pela diplomacia brasileira na organização do encontro internacional.
Outro assunto abordado pelo pontífice durante a audiência foi a laicidade dos Estados. Bento XVI afirmou que ela "não deve considerar a religião como um simples sentimento individual que possa ser relegado ao âmbito privado, mas como uma realidade que, sendo organizada em estruturas, necessita ver reconhecida a presença pública".
Conforme o pontífice, a Igreja contribui e muito no crescimento ético da sociedade. Neste sentido, elogiou o acordo firmado entre a Santa Sé e o Brasil, no ano de 2008, que prevê o desenvolvimento da potencialidade da comunidade eclesial "para benefício do homem e da sociedade".
Por fim, o pontífice falou um pouco sobre o ensino religioso, afirmando que "a religião é um valor necessário para a formação integral da pessoa" e que o ensino da religião não fere a laicidade do Estado, mas "garante o direito dos pais em educar seus próprios filhos, contribuindo deste modo para a promoção do bem comum".
Com informações da Ansa.

A festa de Finados

No dia 2 de novembro, a sagrada Liturgia se lembra de modo especial dos fiéis defuntos. Depois de ter celebrado - no dia anterior, festa de Todos os Santos - os triunfos de seus filhos que já alcançaram a glória do Céu, a Igreja dirige seu maternal desvelo para aqueles que sofrem no Purgatório e clamam com o salmista: "Tirai-me desta prisão, para que possa agradecer ao vosso nome. Os justos virão rodear-me, quando me tiverdes feito este benefício" (Sl 141, 8).
A gênese dessa celebração está na famosa abadia de Cluny, quando seu quinto Abade, Santo Odilon, instituiu no calendário litúrgico cluniacense a "Festa dos Mortos", dando especial oportunidade a seus monges de interceder pelos defuntos, ajudando-os a alcançarem a bemaventurança do Céu.
A partir de Cluny, essa comemoração foi-se estendendo entre os fiéis até ser incluída no Calendário Litúrgico da Igreja, tornando- se uma devoção habitual, em todo o mundo católico.
Talvez o leitor, como milhares de outros fiéis, tenha o costume de visitar o cemitério nesse dia, para recordar os familiares e amigos falecidos, e por eles orar. Muitos cristãos, porém, não prestam ouvidos aos apelos de seu coração, que os move a sentir saudades de seus entes queridos e a aliviálos com uma prece. Talvez por falta de cultura religiosa, ou por falta de alguém que as incentive ou oriente, muitas pessoas nem vêem a necessidade de rezar pelas almas dos falecidos. A inúmeras outras, a existência do Purgatório causa estranheza e antipatia.
Seja como for, tanto por amor às almas que esperam ver-se livres de suas manchas para entrarem no Paraíso, quanto para estimular em nós a caridade para com esses irmãos necessitados, como também para nosso próprio proveito, vejamos o "porquê" e o "para quê" da existência do Purgatório.

EVANGELHO DO DIA

SANTO DO DIA: São Jerônimo Hermosilla e Valentim Berrio Ochoa, Bispos e Pedro Almató Ribeira, presbítero; São Nuno Álvarez Pereira, religioso
Primeira Leitura: Romanos 12,5-16a
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:
Irmãos: 5assim nós, embora muitos, somos em Cristo um só corpo e, todos membros uns dos outros. 6Temos dons diferentes, de acordo com a graça dada a cada um de nós: se é a profecia, exerçamo-la em harmonia com a fé; 7se é o serviço, pratiquemos o serviço; se é o dom de ensinar, consagremo-nos ao ensino; 8se é o dom de exortar, exortemos. Quem distribui donativos, faça-o com simplicidade; quem preside, presida com solicitude; quem se dedica a obras de misericórdia, faça-o com alegria. 9O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem. 10Que o amor fraterno vos una uns aos outros com terna afeição, prevenindo-vos com atenções recíprocas. 11Sede zelosos e diligentes, fervorosos de espírito, servindo sempre ao Senhor, 12alegres por causa da esperança, fortes nas tribulações, perseverantes na oração. 13Socorrei os santos em suas necessidades, persisti na prática da hospitalidade. 14Abençoai os que vos perseguem, abençoai e não amaldiçoeis. 15Alegrai-vos com os que se alegram, chorai com os que choram. 16aMantende um bom entendimento uns com os outros; não vos deixeis levar pelo gosto de grandeza, mas acomodai-vos às coisas humildes.
- Palavra do Senhor.
- Graças a Deus

Salmo 130
Senhor, meu coração não é orgulhoso, nem se eleva arrogante o meu olhar; não ando à procura de grandezas, nem tenho pretensões ambiciosas!
R: Guardai-me, ó Senhor, convosco, em vossa paz!
Fiz calar e sossegar a minha alma; ela está em grande paz dentro de mim, como a criança bem tranqüila, amamentada no regaço acolhedor de sua mãe.
R: Guardai-me, ó Senhor, convosco, em vossa paz!
Confia no Senhor, ó Israel, desde agora e por toda a eternidade!
R: Guardai-me, ó Senhor, convosco, em vossa paz!

Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 14,15-24
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas:
Naquele tempo: 15Um homem que estava à mesa, disse a Jesus: 'Feliz aquele que come o pão no Reino de Deus!' 16Jesus respondeu: 'Um homem deu um grande banquete e convidou muitas pessoas. 17Na hora do banquete, mandou seu empregado dizer aos convidados: 'Vinde, pois tudo está pronto'. 18Mas todos, um a um, começaram a dar desculpas. O primeiro disse: 'Comprei um campo, e preciso ir vê-lo. Peço-te que aceites minhas desculpas'. 19Um outro disse: 'Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-las. Peço-te que aceites minhas desculpas'. 20Um terceiro disse: 'Acabo de me casar e, por isso, não posso ir'. 21O empregado voltou e contou tudo ao patrão. Então o dono da casa ficou muito zangado e disse ao empregado: 'Sai depressa pelas praças e ruas da cidade. Traze para cá os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos'. 22O empregado disse: 'Senhor, o que tu mandaste fazer foi feito, e ainda há lugar'. 23O patrão disse ao empregado: 'Sai pelas estradas e atalhos, e obriga as pessoas a virem aqui, para que minha casa fique cheia. 24Pois eu vos digo: nenhum daqueles que foram convidados provará do meu banquete.'
- Palavra da Salvação.
- Glória a Vós, Senhor