Igreja

Rádio GOTHMLP

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Aqui está o melhor meio de vencer as adversidades


Jesus Cristo – Filho, enquanto viveres na terra, não poderás estar isento de tribulação. 
Acaso não é a aflição toda esta vida mortal, em que o homem entra chorando, nela vive e daí sai entre gemidos?
Nascendo o homem sujeito à morte, não lhe é possível levar a vida sem dores, porquanto traz em si próprio a causa de suas penas. Já a condição mortal gera naturalmente muitas e várias misérias, enfermidades e penas que não podem cessar enquanto existir a sua causa producente e eficaz.
Entretanto, todos estes males embora múltiplos e penosos, são os menores.
Do íntimo da natureza corrompida surgem coisas piores, desordenadas e perversas concupiscências, que constrangem o homem, mau grado seu, a sentir o que não quisera.
Tais punições geram outras tantas dores e, sendo inerentes ao coração, perturbam-lhe a paz. Suscitam horríveis lutas e, por movimentos contraditórios, expõe a alma a inúmeros perigos e amarguras.
Quantas aflições das quais ninguém pode completamente escapar, sobrevêm exteriormente ao homem! 
O frio, o calor, várias intempéries, mil incômodos da parte das criaturas, inúmeros efeitos provenientes de causas físicas que, embora tendam ao bem universal, todavia, em consequência da fraqueza do homem, no estado da natureza decaída e na presente ordem das coisas, não deixam de ocasionar prejuízo aos indivíduos.
E, além disso, qual o homem a quem não oprime por vezes algum pesar, visto não ser possível viver neste emundo sem algum fardo?
Acrescenta e numera, se puderes, as dores e acerbidades de todo gênero, oriundas das paixões e vícios de outrem, e verás de todos os lados dissabores capazes de abater-te, se não o dominares.
Sem dúvida, filho, sendo a vida mortal fértil em tantas e tão grandes misérias, a muitos pareceria quase intolerável, se o espirito de religião não lhes sugerisse motivos de paciência e o meu coração não lhes suavizassem os males com a unção da graça.
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Nem toda a sabedoria deste mundo, embora pronuncie belas frases sobre a tolerância do sofrimento, jamais pode descobrir e dar remédio conveniente à dor.
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Quantos dissertaram com eloquência sobre a paciência nas tribulações, procurando doutrinar a outrem, conquanto eles próprios se achavam acabrunhados de angústia.
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Não é, pois, de admirar que pessoas destituídas de espirito religioso e afastadas do meu Coração, por serem incrédulas ou corrompidas, se entreguem ao desespero no meio das tribulações e, tendo a razão obcecada, ponham funesto termo às demais misérias com a máxima desgraça que é a eterna.
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A religião, porém, torna suportáveis e úteis todas as tribulações, ensinando que só acontecem por consolador efeito da sabedoria e bondade do meu Coração, de modo que, sendo antes justo castigo do pecado e com digna razão das dores humanas, se transformam em remédio salutar da culpa e copiosa matéria de méritos.
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Os metais são provados no cadinho. O fogo endurece o barro e derrete a cera. A tempestade derruba as plantas, porém consolida as árvores bem arraigadas. O mesmo faz a tribulação em razão aos homens: a uns endurece, a outros abranda.
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A perseguição a um abate, a outro confirma. Todos seriam conduzidos à bem-aventurança por meio da tribulação, se bem a aceitassem.
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Se alguém é por ela arrastado à ruína, não é a ela que se deve imputar a culpa, porquanto, bem suportada, oferece caminho seguro para a santidade e, por conseguinte, para a verdadeira bem-aventurança.
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Mas, filho, já muito mais leve e consoladora se tornou toda a aflição, desde que eu, sendo atribulado, santifiquei a tribulação e precedo as almas aflitas, quer pelo exemplo de minha vida, quer pela promessa da recompensa ou também pelo consolo e auxílio da graça.
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Pelo meu exemplo aprenderão os santos o segredo de bem sofrer e a arte de converter os males em bem. Por isso experimentaram doçuras nas tribulações e a tal ponto hauriram no meu amor o desejo de padecer, que anelavam não viver sem sofrimento e transbordavam de gozo em todas as suas tribulações.
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Acaso, filho, não podes aspirar ao mesmo? Não é isso tanto do meu interesse como do teu? Que receias? Nenhuma dor pode atingir-te o coração sem ter passado pelo meu, e embebendo-se assim da virtude da divina consolação, perde a força de prejudicar-te.
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Acautela-te, filho, para que a acerbidade do teu coração não torne amargas as tribulações que te sobrevêm saturadas de suavidade do meu coração. É forçoso sofrer. Outro alvitre não te é dado. Depende, porém, da tua escolha: sofrer bem ou mal, à semelhança dos eleitos ou dos réprobos, para tua santificação ou condenação.
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Prepara-te, filho, ou antes permanece disposto a aceitar os dissabores, que não cessam e não cessarão de ocorrer. Não creias poder passar um só dia sem alguma pena, por quanto não há dia que não traga consigo bastante mal.
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Nem imagines ser capaz de evitá-lo por mais que fizeres. Ainda que te retires sozinho ao deserto ou atravesses o oceano, e te escondas nos últimos confins da terra em toda parte terás a dor por companheira. E a causa ou ocasião do sofrimento seguir-te-á sempre, como a sombra ao corpo.
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Eis porque, filho, se possuíres sabedoria, utilizarás para teu proveito o que não te é dado evitar, suportando, com igualdade de ânimo, a exemplo dos santos, a cruz de tuas aflições e seguindo-me corajosamente os passos. 
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Se queres padecer com facilidade e fruto a tribulação, suporta-a por meu amor. Este amor, retirando da cruz o peso e a aspereza, há de santificá-la, e por ela a ti.
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Quem não suporta por meu amor as aflições, não há de carregar por muito tempo a cruz com alegria, mas em breve, ou há de arrastá-la entre penas e gemidos, ou jazerá miseravelmente por ela esmagado. Se experimentas dificuldade em sofrer dêste modo, filho, vem ao meu coração e ora.
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Aqui hás de alcançar socorro, amor e unção da graça. Filho, até agora não cessei de exortar-te a orar. E não deixarei de repetir, que ores sem desfalecer.
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Tudo depende da oração. Nela encontra-se libertação dos males, obtenção dos bens, remédio para qualquer miséria, alívio nas dores, consolo e perseverança.
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Discípulo – Por conseguinte, Senhor Jesus, não há meio de fugir: quer se queira quer não, é forçoso sofrer. Se o fizer de bom grado, senti-lo-ei menos. Se o aceitar com relutância, aumentar-lhe-ei o peso.
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É mister, portanto, ter o coração pronto a sofre, a não ser que eu mesmo queira sem proveito tornar-me infeliz. Se tal necessidade parece por vezes dura, o fruto do sofrimento, que me santificará nesta vida e me fará feliz por toda eternidade, basta copiosamente para animar-me e estimular-me o coração.
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Se deveras vos amar, dulcíssimo Jesus, só a vossa lembrança há de mover-me a seguir-vos com alegria e coragem, a fim de estar convosco e vos ser semelhante, dando prova de meu amor e gozando do vosso. Ó Jesus, doçura infinita!
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Convosco a amargura torna-se doce. Pois, por haverdes sofrido, tirastes o que havia de mais amargo nas aflições, reservando-o para vós e delas extraístes, para no-los dar, sabor e doçura.
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Ó ilustríssimo Jesus, que tanto me amastes, dai-me, vo-lo suplico, os sentimentos do vosso coração, afim de que eu santifique todos os meus sofrimento e os faça contribuir para vossa glória e minha perfeição.
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Retirado do livro Imitação do Sagrado Coração de Jesus
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Fonte: osegredodorosario.blogspot

Do modo de como NÃO se deve assistir a Missa



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O Sacrifício da Santa Missa é o mesmo que o Sacrifício da Cruz

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A Santa Missa é um sacrifício tão santo, o mais augusto e excelente de todos, e a fim de formardes uma ideia adequada de tão grande tesouro, algumas de suas excelências divinas; pois dize-las todas não é empreendimento a que baste a fraqueza da minha inteligência.
A principal excelência do santo Sacrifício da Missa consiste em que se deve considerá-lo como essencialmente o mesmo oferecido no Calvário sobre a Cruz, com esta única diferença: que o sacrifício da Cruz foi sangrento e só se realizou uma vez e que nessa única oblação JESUS CRISTO satisfez plenamente por todos os pecados do Mundo.
Enquanto que o sacrifício do altar é um sacrifício incruento, que se pode renovar uma infinidade de vezes, e que foi instituído pra nos aplicar especialmente esta expiação universal que JESUS por nós cumpriu no Calvário.
Assim o Sacrifício cruento foi o MEIO de nossa Redenção, e O Sacrifício incruento nos proporciona as GRAÇAS da nossa Redenção.
Um abre-nos os tesouros dos méritos de CRISTO Nosso Senhor, o outro no-los dá para os utilizarmos.
Notai, portanto que na Missa não se faz apenas uma representação, uma simples memória da Paixão e Morte do nosso Salvador; mas num sentido realíssimo, o mesmo que se realizou outrora no Calvário aqui se realiza novamente:
…tanto que se pode dizer, a rigor, que em cada Santa Missa nosso Redentor morre por nós misticamente, sem morrer na realidade, estando ao mesmo tempo vivo e como imolado: Vidi agunum stantem tanquan accisum. (Apoc. 5, 6)
No santo dia de Natal, a Igreja nos lembra o nascimento do Salvador, mas não é verdade que Ele nasça, ainda, nesse dia.
Nos dias da Ascensão e Pentecostes, comemoramos a subida do Senhor JESUS ao Céu e a vinda do Espírito Santo, sem que, de modo algum nesses dias o Senhor suba ainda ao Céu, ou o Espírito Santo desça visivelmente à Terra.
A mesma coisa, porém, não se pode dizer do mistério da Santa Missa, pois aí não é uma simples representação que se faz, mas, sim, o mesmo sacrifício oferecido sobre a Cruz, com efusão de sangue, e que se renova de modo incruento: é o mesmo corpo, o mesmo sangue, o mesmo JESUS, que se imola hoje na Santa Missa. 
Opus trae Redemptionis exercetur, diz a Santa Igreja.
A obra de nossa Redenção aí se exerce: sim, exercetur, aí se exerce atualmente. Este santo sacrifício realiza, opera o que foi feito sobre a Cruz. Que obra sublime!
Ora, dizei-me sinceramente se, quando ides à Igreja para assistir a Santa Missa, pensásseis bem que ides ao Calvário assistir à morte do Redentor, que diria alguém que vos visse ai chegar numa atitude tão pouco modesta?
Se Maria Madalena fosse ao Calvário e se prostrasse aos pés da Cruz vestida, perfumada e ataviada como em seus tempos de desordem, quanto não seria censurada!
E que se dirá de vós que ides à Santa Missa como se fôsseis a uma festa mundana? Que aconteceria, sobretudo se profanásseis este ato tão santo, com gestos, risadas, cochichos, encontros sacrílegos?
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Digo que, em qualquer tempo e lugar, a iniquidade não tem cabimento; mas os pecados que se cometem na hora da Santa Missa e na proximidade do altar, são pecados que atraem a maldição, de DEUS: Maledictus qui facit opus Domini fraudulenter (Jer 48,10). Meditai seriamente sobre esse assunto.
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Texto tirado da obra de São Leonardo de Porto-Maurício, “As excelências da Santa Missa”, páginas 6-8. (grifos nossos)
Fonte: osegredodorosario.blogspot

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Evangelho Diário

Santo do dia: Santa Joana Francisca de Chantal, religiosa; Beato Inocêncio XI, Papa
Cor litúrgica: verde
Evangelho de hoje: São Mateus 18, 1-5.10.12-14
Primeira leitura: Ezequiel 2, 8-3, 4
Leitura da profecia de Ezequiel:

Assim fala o Senhor: 8 "Quanto a ti, Filho do homem, escuta o que eu te digo: não sejas rebelde como esse bando de rebeldes. Abre a boca e come o que eu te vou dar". 9 Eu olhei e vi uma mão estendida para mim e, na mão, um livro enrolado. Desenrolou-o diante de mim;estava escrito na frente e no verso e nele havia cantos fúnebres, lamentações e ais. 3,1 Ele me disse: "Filho do homem, come o que tens diante de ti! Come este rolo e vai falar aos filhos de Israel". 2Eu abri a boca, e ele fez-me comer o rolo. 3Depois, disse-me: "Filho do homem, alimenta teu ventre e sacia as entranhas com este rolo que eu te dou". Eu o comi, e era doce como mel em minha boca. 4Ele disse-me então: "Filho do homem, vai! Dirige-te à casa de Israel e fala-lhes com as minhas palavras".

- Palavra do Senhor
- Graças a Deus
Salmo 118 (119)

- Seguindo vossa lei, me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas.

R: Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!

- Minha alegria é a vossa aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos

R: Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!

- A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata.

R: Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!

- Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca!

R: Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!

- Vossa palavra é minha herança para sempre, porque ela é que me alegra o coração!

R: Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
- Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos.

R: Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18, 1-5.10.12-14

- Aleluia, Aleluia, Aleluia!
- Tomai meu jugo sobre vós e aprendei de mim, que sou de coração humilde e manso! (Mt 11, 29)

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus:

Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos con­ver­terdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe. 10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.

- Palavra da salvação
- Glória a Vós, Senhor

Programação Religiosa da Comunidade Serra Verde, para esta terça-feira


Continua nesta terça-feira os festejos religiosos da comunidade de Serra Verde, e tem a seguinte programação:
Às 12h00min - Oficio de Nossa Senhora
Às 19h00min - Novena
Pregador: Jailson
Noite Dedicada as Escolas: Áurea Galvão, Dulce Freire, Programas mais Educação - EJA, afilhados de Nossa Senhora.
Bazar: Responsável Equipe da Festa

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Apostolado do Oratório: Romaria à Aparecida do Norte reúne 10 mil fiéis

Gaudium Press - 2014/08/09
São Paulo – Aparecida do Norte (Sábado, 9/8/2014, Gaudium Press) O Santuário de Nossa Senhora Aparecida, devoção amada por todos os brasileiros, amanheceu colorido e alegre, neste sábado 9 de agosto. Mais de 10 mil fiéis vindos 105 cidades brasileiras reuniram -se para louvar a Rainha do Brasil. Vestindo capas laranjas com a característica cruz dos Arautos do Evangelho, os peregrinos levavam em suas mãos uma pequena capela dedicada a Virgem de Fátima.
 gaudium_10 mil pessoas_aparecida_do_norte.jpg
- “Amo a Nossa Senhora Aparecida. Ela sempre me ajuda. Aqui estou para testemunhar a minha fé e agradecer a grande graça de poder participar do Apostolado do Oratório, no qual sou coordenadora de uma capela, em minha cidade". Afirma Agilza do interior de São Paulo.
    - “Ora, não sabe? O Apostolado do Oratório é promovido pelos Arautos do Evangelho. É uma capela dedicada a Virgem de Fátima, que percorre trinta famílias. Assim, a cada dia, a imagem de Nossa Senhora está numa residência. Lá, se reza, se canta, pede-se graças. Um dia do mês em cada lar recebemos nossa Mãe”. Explica-nos Madalena de Minas Gerais.
 rosário_aparecida_do-norte_arautos.jpg
Essa é a 6a. Peregrinação Anual do Apostolado do Oratório onde todos juntamente com a Associação Internacional de Direito Pontifício que promove essa pastoral, estiveram junto aos pés da Padroeira do Brasil.
A concentração teve início às 7: 30, em frente à Tribuna Papa Bento XVI, com a reza do rosário. Houve missa presidida por Dom Raymunod Damasceno, e concelebrada por bispos e padres presentes ao ato.
 arautos_do_evangelho_aparecida_do_notrte.jpg
A novidade desse ano foi que os devotos chegaram no dia anterior e puderam participar da Procissão Luminosa, primeira feita no Santuário Nacional de Aparecida, e já conhecida em outros grandes Santuários Marianos, em outras partes do mundo, como por exemplo em Lourdes.